Dr.Orgânico

Notícias

V Workshop de Atualização em Nutrição - Pensando Nutrição de Forma Diferente

V Workshop de Atualização em Nutrição - Pensando Nutrição de Forma Diferente

13 e 14 de Junho
14 h às 17 h 30
Inscrições: www.workshopnutrijrusp.cjb.net
www.nutrijr.com.br
Avenida Dr. Arnaldo, 715 - Subsolo - Faculdade de Saúde Pública - USP
(11) 3051-7976 / 7111-0319

Realização
Nutri Jr. USP - Empresa Júnior de Nutrição da Universidade de São Paulo

Progamação
* Dia 13 de junho:
14h: Nutrigenômica: Importância da Interação Gene-Nutriente
Prof Dr Thomas Prates Ong
15h30: Coffee-Break
16h: A Alta Gastronomia em baixas calorias
Chef Renato Callefi
* Dia 14 de junho:
14h: Alimentos Funcionais
Profª Drª Emilia Yasuko Ishimoto
15h30: Coffee-Break
16h: Marketing de Alimentos
Nutricionista Cynthia Anatonaccio


Link no Facebook: https://www.facebook.com/#!/events/395483280497020/

divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
 DOENÇA DE PARKINSON E PESTICIDAS

DOENÇA DE PARKINSON E PESTICIDAS

Precisando de mais motivos para consumir Orgânicos?
Segundo um estudo publicado em 15 de Abril, no American Journal of Epidemiology, a exposição crônica combinada aos pesticidas "maneb" (fungicida) e "paraquat" (herbicida), aumentou em até 75% o risco de desenvolver Doença de Parkinson, em residentes da região agrícola de Central Valley, na Califórnia. A exposição na infância aumentou de 4 – 6 vezes o risco de desenvolver a doença na vida adulta.

A Doença de Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, que compromete a capacidade motora, linguagem e outras funções. Ocorre com maior frequência em fazendeiros e em populações rurais, contribuindo para a hipótese de que os pesticidas utilizados na agricultura possam ser parcialmente responsáveis.

Os pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), da Universidade de Berkely e Universidade do Sul da Califórnia (USC), avaliaram 368 moradores da região de Central Valley diagnosticados com Doença de Parkinson. Os autores documentaram um risco 75% maior de apresentar D. de Parkinson em indivíduos que residiam nas proximidades (até 500 metros) de plantações tratadas com os pesticidas no período de 1974 -1999. O risco foi ainda maior (4-6 vezes) para aqueles que desenvolveram a doença antes dos 60 anos e foram expostos ao "maneb", "paraquat" ou uma combinação dos dois, entre 1974 e 1989, quando eram ainda crianças ou adolescentes. Os estudiosos destacam que a pesquisa confirma as observações de estudos com animais, onde a exposição a mais de uma substância química aumenta os efeitos adversos, e de que a época da exposição também influencia os resultados (pior na infância). Os autores concluem que o "maneb" e o "paraquat" agem sinergisticamente, tornando-se neurotóxicos e aumentando significativamente o risco de desenvolver D. de Parkinson.

Um outro estudo, publicado em 2008 na BMC Neurology, também verificou uma associação entre exposição a determinados pesticidas e ocorrência de D. de Parkinson.

As interações entre possíveis susceptibilidades genéticas e gatilhos ambientais, como os pesticidas por exemplo, ainda necessitam de mais estudos. Entretanto, há várias evidências que sugerem precaução na exposição aos pesticidas de uma forma geral. A Sociedade dos Médicos de Família do Canadá, regional Ontario (OCFP), publicou em 2004 um relatório recomendando a redução à exposição aos pesticidas “sempre que possível”, como medida preventiva em relação à doenças graves e de difícil tratamento.

Segundo o relatório:

• Há associações entre exposição a pesticidas e ocorrência de tumores, incluindo câncer de cérebro, dos rins, pâncreas e de próstata, entre outros.
• Também há relação com leucemia e linfoma não Hodgkin.
• Os estudos também demonstram efeitos consistentes em relação a dano no sistema nervoso central.
• Exposição ocupacional à substânicas agrícolas pode estar associada à malformações congênitas, morte fetal e retardo de crescimento intrauterino.


O relatório também alerta sobre o EFEITO DOS PESTICIDAS EM CRIANÇAS:

• As crianças são constantemente expostas a baixos níveis de pesticidas nos seus alimentos e meio ambiente. São poucos os estudos de longo prazo sobre essas exposições.
• Mesmo assim, o relatório identificou associações entre exposição à pesticidas e câncer na infância. Um risco mais elevado de câncer dos rins foi associado ao contato com pais que foram expostos trabalhando na lavoura. Outros estudos encontraram relação com câncer no cérebro e tumores hematológicos (linfoma não Hodgkin e leucemia).
• Algumas crianças apresentam risco maior de desenvolver leucemia aguda, se expostas durante a vida fetal ou infância precoce, principalmente quando a exposição é relacionada à inseticidas e herbicidas utilizados em gramados, jardins e árvores frutíferas, e também para o controle de insetos domésticos.

O consumo de produtos orgânicos incentiva a preservação da nossa já delicada Mãe Natureza e também é uma atitude de preservação da nossa saúde, dentro do princípio de que “A Prevenção é a Melhor Cura”.


Fonte:
1. Parkinson s Disease and Residential Exposure to Maneb and Paraquat From Agricultural Applications in the Central Valley of California - Am. J. Epidemiol. Vol. 169 (8), 15 April 2009 169: 919-926.

2. Press release UCLA

3. Pesticide exposure and risk of Parkinson s disease: A family-based case-control study
BMC Neurology, March, 2008

4. Ontario College Of Family Physicians Comprehensive Review of Pesticide Research Confirms Dangers

18/05/2009
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
JÁ COMEU SEU AGROTÓXICO HOJE?

JÁ COMEU SEU AGROTÓXICO HOJE?

Provavelmente e infelizmente sim. O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) , projeto desenvolvido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) revelou teores de resíduos de agrotóxicos acima do permitido e o uso não autorizado para determinadas culturas. No balanço geral, das 1773 amostras dos dezessete alimentos monitorados (alface, batata, morango, tomate, maça, banana, mamão, cenoura, laranja, abacaxi, arroz, cebola, feijão, manga, pimentão, repolho e uva), 15,28% estavam insatisfatórias. A uva, o morango, a cenoura e o pimentão apresentaram o pior desempenho. Também preocupa que ingredientes ativos banidos em diversas partes do mundo, como acefato, metamidofós e endossulfam, foram encontrados de forma irregular nas culturas de abacaxi, alface, arroz, batata, cebola, cenoura, laranja, mamão, morango, pimentão, repolho, tomate e uva.
Segundo a ANVISA, para diminuir a ingestão de agrotóxicos, “Alimentos orgânicos também são uma boa opção, pois não utilizam produtos químicos para serem produzidos.”
Devemos lembrar também que lavar os alimentos, que é uma regra geral de higiene, não resolve o problema pois os agrotóxicos também estão no solo e penetram no interior dos alimentos através das raízes. Se o “mal deve ser cortado pela raiz”, a solução é a não utilização desses venenos. Além da exposição mais aguda que vitimiza trabalhadores rurais, temos que ter em mente que a exposição a quantidades aparentemente irrelevantes dessas substâncias ao longo dos anos pode provocar diversas doenças degenerativas, incluindo alguns tipos de câncer.
O consumo de orgânicos, a melhor “blindagem” contra os efeitos desses venenos, não é modismo ou exagero. Ações de âmbito mundial enfatizam a necessidade do cultivo orgânico. Recentemente, na França, tivemos a “Semaine sans Pesticides” (semana sem pesticidas). Durante 10 dias, de 20 – 30 de Março, associações, instituições e fazendeiros promoveram atividades educativas sobre os riscos ambientais e de saúde do uso de pesticidas e de como há alternativas viáveis a esses tratamentos químicos. Esse evento foi idealizado em 2006 pela ACAP, Action Citoyenne pour les Alternatives aux Pesticides (Ação da Cidadania para Alternativas aos Pesticidas). Para mais informações visite ACAP (em francês) e a Pesticide Action Network (em inglês).


Veja abaixo a LISTA com os alimentos estudados pela ANVISA e o percentual de amostras insatisfatórias.
DADOS CONSOLIDADOS DO PROGRAMA EM 2008
Cultura Amostras insatisfatórios
%
Abacaxi 9,47
Alface 19,80
Arroz 4,41
Banana 1,03
Batata 2,00
Cebola 2,91
Cenoura 30,39
Feijão 2,92
Laranja 14,85
Maçã 3,92
Mamão 17,31
Manga 0,99
Morango 36,05
Pimentão 64,36
Repolho 8,82
Tomate 18,27
Uva 32,67
Total 15,28

Fonte:
Divulgado monitoramento de agrotóxicos em alimentos
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
A CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O AUTISMO: NOVOS RUMOS

A CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O AUTISMO: NOVOS RUMOS

O Dia Mundial do Autismo completou sua segunda edição no último dia 2 de Abril. A data criada pela Resolução 62/139 da Assembléia Geral das Nações Unidas visa a conscientização da sociedade quanto a necessidade de diagnóstico precoce, pesquisas e intervenções apropriadas.
Os estudos atuais sobre Autismo (Autistic Spectrum Disorder) trazem novas perspectivas de tratamento e, quem sabe, até mesmo de prevenção. Recentemente, pesquisadores do Albert Einstein College of Medicine em Nova Iorque propuseram uma nova teoria pela qual o Autismo seria um distúrbio do desenvolvimento causado por uma disfunção do locus ceruleus (LC) , uma região do cérebro que processa informações sensitivas de todas as áreas do corpo. A nova teoria tem origem nas observações que crianças autistas parecem melhorar do comportamento quando apresentam febre, retornando aos comportamentos anteriores quando a febre cessa. O locus ceruleus produz a maior parte do neurotransmissor noradrenalina no cérebro , substância que está envolvida em vários comportamentos, entre os quais a capacidade de manter a atenção. O LC também é o único sistema cerebral capaz de atuar tanto sobre a febre como sobre o comportamento. Os autores de estudo especulam que, no Autismo, a produção desse neurotransmissor no LC fica desregulado pela interação com fatores ambientais, genéticos e epigenéticos (substâncias químicas tanto dentro como fora do genoma que regulam a expressão dos genes). Eles acreditam também que o estresse desempenhe papel importante no mal funcionamento desse delicado sistema, principalmente durante a vida fetal, quando o cérebro é mais vulnerável. Como evidência os autores citam um estudo publicado em 2008 que encontrou uma incidência maior de crianças autistas em mães expostas a tempestades tropicais e furacões. A idéia de um sistema desregulado abre a possibilidade de uma intervenção que facilite o bom funcionamento dessa complexa área cerebral, fato que não seria possível se houvesse uma lesão estrutural permanante no cérebro dessas crianças.

Os autores alertam que não se justifica provocar febre para tratar o Autismo, já que os riscos seriam muito grandes. Também informam que a mensagem é de esperança mas também de cautela pois não se pode esperar que uma condição que foge ao nosso entendimento após 50 anos de estudos seja resolvida com uma nova terapia ou medicamento. Segundo esses estudiosos o melhor entendimento da neurobiologia, genética e epigenética do Autismo pode levar ao desenvolvimento de tratamentos específicos para a modulação desse sistemas químicos cerebrais.

Cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale também publicaram recentemente, na respeitada revista científica Nature, uma pesquisa que sugere que intervenções terapêuticas precoces podem maximizar resultados mais positivos no tratamento de crianças autistas. Como somos completamente dependente de outros seres humanos ao nascimento, possuímos uma predisposição muito precoce para prestar atenção a movimentos no ambiente que são associados a ações e gestos humanos. Os autores verificaram que crianças autistas de 2 anos de idade não demonstram esse tipo de atenção seletiva aos movimentos humanos, demonstrando focar a atenção para outros tipos de “pistas ambientais”: movimentos que apresentem sincronia com sons. As crianças autistas avaliadas eram sensíveis a informações não-sociais, ou seja, sincronismos entre sons e movimentos no que elas observavam, ao invés de dirigir a atenção para movimentos humanos. Os pesquisadores sugerem que, em uma fase muito precoce da vida, as crianças autistas procuram experiências no mundo físico ao invés do mundo social, o que pode influenciar dramaticamente o desenvolvimento da mente social e do cérebro. Já que esses mecanismos surgem nos primeiros dias de vida, é possível que técnicas e avalições específicas venham a identificar sinais precoces de vulnerabilidade ao autismo, permitindo assim a adoção de estratégias de intervenção adequadas que maximizem os resultados positivos. Além dessas novas perspectivas, devemos ter nossas mentes também direcionadas para a prevenção, tendo em vista as possíveis relações enter vários tipos de exposição a toxinas ambientais e a ocorrência de Autismo. Vários profissionais estão agora considerando a existência de “gatilhos ambientais” que podem desencadear o Austismo. Estudos recentes demosntram que indivíduos autistas apresentam nívies comparativamente mais elevados de diversas toxinas e possuem tendência a uma capacidade de detoxificação mais reduzida . A frequência de Autismo também parece ser mais elevada em áreas de maior poluição. Uma pesquisa conduzida no Departamento de Psicologia da University of Northern Iowa, nos E.U.A, constatou que a incidência de Autismo no Estado de Iowa é maior em escolas localizadas próximas a locais contaminados, os chamados EPA Superfund Sites. Esses locais são áreas de contaminação de vários aspectos ambientais como sedimentos, água, solo e ar e fazem parte de uma projeto de renovação elaborado pela Agência de Proteção do Meio Ambiente dos E.U.A. A autora especula que indivíduos geneticamente predispostos estejam sendo expostos a “gatilhos ambientais” em taxas mais elevadas do que as gerações anteriores. Mais um motivo para nos preocuparmos com a saúde do meio ambiente, reduzindo a quantidade de substâncias químicas nocivas que são lançadas na natureza. A preservação da saúde de nossas crianças também depende da saúde do Planeta.

Fontes:
1.Autism, fever, epigenetics and the locus coeruleus,
Brain Research Reviews Vol 59, issue 2 , March 2009, Pages 388-399
2. Two-year-olds with autism orient to non-social contingencies rather than biological motion,
Nature advance online publication 29 March 2009 | doi:10.1038/nature07868
3. Neurotoxicology, no prelo
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
O PAPEL DA SOJA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE DOENÇAS CRÔNICAS

O PAPEL DA SOJA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE DOENÇAS CRÔNICAS

Acaba de ser publicado na edição de Abril do periódico Journal of Nutrition, da American Society for Nutrition, o Relatório do 8º. Simpósio Internacional sobre o Papel da Soja na Promoção da Saúde e Prevenção e Tratamento de Doenças, realizado em Tokyo em Novembro de 2008. O evento de 4 dias recebeu cerca de 250 cientistas de 20 países, incluindo pesquisadores da Universidade de Loma Linda na Califórnia, da Faculdade de Medicina da Universidade de Cincinnati e do Instituto Nacional de Saúde e Nutrição de Tokyo.
Embora alimentos a base de soja sejam consumidos na China há mais de mil anos, a baixa incidência de câncer de mama, de próstata, de doenças cardíacas e de sintomas de menopausa no Japão motivou o interesse no estudo das possíveis propriedades preventivas sobre doenças crônicas relacionadas ao consumo de soja e de certas substâncias por ela produzidas. Desde 1994, são quase 10.000 mil estudos sobre soja . Boa parte das palestras dessa Conferência se concentrou nas isoflavonas, compostos que possuem propriedades antioxidantes e estrogênicas e que são de distribuição muito limitada na natureza, sendo encontrados em quantidade nutricionalmente relevante quase que exclusivamente na soja.

Como conclusões principais do evento destacamos:

1. O consumo de soja na infância pode fornecer proteção contra o Câncer de mama.
2. Não há efeitos negativos sobre a capacidade reprodutora e sobre os hormônios masculinos.
3. Os estudos sobre densidade óssea e osteoporose sugerem efeitos benéficos porém diferentes isolfavonas foram utilizados nesses estudos. Novas pesquisam se tornam necessárias para explorar essas possibilidades da soja.
4. Sintomas de menopausa (“ondas de calor”) podem ser reduzidos com o consumo de soja.
5. A soja pode reduzir os valores de colesterol com e mesma eficácia das fibras solúveis.
6. A valorização do EQUOL. O Equol é um metabólito derivado da ação de bactérias sobre a isoflavona daidzeína. Acredita-se que essa substância possua propriedades benéficas especiais. A produção de Equol varia entre os indivíduos de diferentes culturas. Sua produção depende da atuação de determinadas bactérias e da interação com nutrientes específicos. A questão se indivíduos não produtores de Equol possam passar a produzi-lo permanece aberta. Caso não seja posssivel, ele poderá ser fornecido como suplemento.
7. Embora as isoflavonas sejam o foco dos estudos atuais, vários outros componentes estão sendo estudados, com destaque para a proteína da soja. Os dados indicam que além de reduzir o colesterol, a proteína de soja ajuda a diminuir a pressão arterial.
8. Há necessidade de maior compreensão de como outros itens da dieta influenciam os efeitos benéficos da soja e se esses efeitos são afetados pelo processamento da proteína e dos extratos de soja.

Nós da Dr.Orgânico recomendamos o consumo de soja ORGÂNICA e NÃO-TRANSGÊNICA.

Para maiores informações sobre produtos de soja consulte: www.ecobras.com.br

Fonte: Report on the 8th International Symposium on the Role of Soy in Health Promotion and Chronic Disease Prevention and Treatment, The Journal of Nutrition, 139: 796S–802S, 2009.

http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup260129,0.htm
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
CHOCOLATE ORGÂNICO: ANTIOXIDANTES COM SABOR E PUREZA

CHOCOLATE ORGÂNICO: ANTIOXIDANTES COM SABOR E PUREZA

Nessa Páscoa um número maior de consumidores aposta no chocolate orgânico como fonte de prazer e celebração com um bonus de saúde: os antioxidantes. Embora tanto a versão convencional como a orgânica forneçam os tão cobiçados antioxidantes, o chocolate orgânico certificado não contém ingredientes geneticamente modificados e o leite, quando utilizado, é livre de rBGH (Hormônio do Crescimento Bovino recombinante), um hormônio artificial que é frequentemente dado as vacas para aumentar a produção de leite. O cultivo orgânico também preserva a natureza e ajuda a manter a biodiversidade. O cultivo convencional do cacau, por outro lado, perde apenas para o cultivo do algodão em termos de volume de uso de pesticidas, segundo a Pesticide Awareness Network (Rede de Conscientização sobre Pesticidas).

Evidências científicas recentes apoiam o conceito de que dietas ricas em frutas e vegetais promovem saúde e atenuam ou retardam o início de várias doenças, incluindo câncer, algumas doenças degenerativas e doenças cardiovasculares. Os estudos também sugerem que esses benefícios possam ser atribuídos em parte à presença de um grupo de substâncias produzidas pelas plantas chamadas flavonóides que atuam como antioxidantes. O cacau é uma fonte rica de flavonóides chamados flavanóis, também conhecidos como flavan-3-ols ou catequinas , que aparentemente melhoram a saúde vascular. swiss replica watches Os benefícios parecem ir além da já confirmada ação benéfica sobre o sistema circulatório. Pesquisadores da Universidade de Barcelona verificaram recentemente replicas watches melhora da resposta imunológica e efeito protetor em células cerebrais em estudos in vitro (em laboratório).

Devemos lembrar que os chocolates mais escuros (amargos) são os mais adequados para quem pensa em obter esses best rolex replica efeitos protetores do cacau. Alguns chocolates são apenas doces (ricos em açúcar e leite) com pouco conteúdo de cacau. Por isso prefira os amargos e considere a escolha orgânica.

1. Cocoa antioxidants and cardiovascular health, American Journal of Clinical Nutrition 2005;81(suppl):298S–303S.

2. Cocoa flavanols: measurement, bioavailability and
bioactivity, Asia Pacific Journal of Clinical Nutrition 2008;17(S1):280-283

3. Effects of cocoa flavanols on risk factors for cardiovascular disease, Asia Pacific Journal of Clinical Nutrition 2008; 17(S1):284-287

4. Neuroprotective effect of cocoa flavonoids on in vitro oxidative stress. European Journal of Nutrition 2009 Feb;48(1):54-61

5. Cocoa: antioxidant and immunomodulator, British Journal of Nutrition (2009), 101:931-940

6. Pesticide Awareness Network (http://www.panna.org/)


divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
AÇAÍ:  A HORA DA CIÊNCIA

AÇAÍ: A HORA DA CIÊNCIA

O nosso querido açaí é uma das super-frutas que ganha um número crescente de consumidores não só no Brasil, mas também no mercado externo. Só no mercado Norte Americano foram lançados 9 produtos com açaí entre Janeiro e Março de 2009, contra apenas 4 durante todo o ano de 2004. Em 2008, 60 novos produtos a base de açaí foram introduzidos no mercado.
Hoje em dia, no mercado mundial de alimentos, há várias das chamadas super-frutas com alegadas propriedades “milagrosas”. Muitos produtos que utilizam essas frutas não apresentam nenhum benefício, ou porque a fruta não contém o que imaginamos ou a quantidade utilizada é muito pequena, muito diluída (em sucos, iogurtes, etc). Em tempos de crise econômica, vários consumidores procuram obter mais benefícios com o dinheiro gasto, não se importando em pagar mais por um produto que seja rico em nutrientes e apresente benefícios para a saúde. Apenas as frutas com maior respaldo científico devem permanecer na lista de compras desses consumidores que investem em prevenção e saúde. No final de 2008, um estudo publicado no respeitado Journal of Agricultural and Food Chemistry revelou que os antioxidantes do açaí são de fato absorvidos pelo nosso corpo. A pesquisa, conduzida no Texas AgriLife Research da famosa Texas AM University, foi a primeira a comprovar a absorção de antioxidantes do açaí (antocianinas) em humanos. Amostras de sangue e de urina de 12 voluntários foram analisadas 12 e 24 horas após o consumo de suco ou polpa e demonstraram um aumento significativo da capacidade antioxidante sanguínea. A equipe estuda a fruta desde 2001, analisando nutrientes e propriedades anti-cancerígenas. Os próximos estudos visam investigar se há benefícios em relação a doenças específicas e qual a “dose” necessária.
Fonte: AgNews - Texas AM AgriLife, Oct 2008
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
ANVISA REAVALIA AGROTÓXICOS

ANVISA REAVALIA AGROTÓXICOS

O Brasil ostenta o título de maior consumidor mundial de agrotóxicos, conseguindo ultrapassar os Estados Unidos, segundo artigo publicado recentemente no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. O Brasil ainda produz e importa agrotóxicos proíbidos em diversos países. A ANVISA conseguiu reverter decisões judiciais que a impediam de reavaliar 14 ingredientes ativos utilizados na fabricação de mais de 200 agrotóxicos. As reavaliações serão então retomadas e devem ser finalizadas em Junho de 2009, informa a agência. Alguns desses ingredientes são suspeitos de causar câncer, desregular o sistema endocrinológico e de exercer toxicidade para o cérebro e sitema reprodutor.
As substâncias em reavaliação são:
Abamectina
Carbofurano
Cihexatina
Endossulfam
Forato
Fosmete
Glifosato
Lactofem
Metamidofós
Paraquate
Parationa
Tiram
Triclorfom

Fonte:
http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2009/020409.htm

divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
NOVO ESTUDO SOBRE PESTICIDAS E OBESIDADE

NOVO ESTUDO SOBRE PESTICIDAS E OBESIDADE

Recentemente relatamos um estudo realizado no Japão ( veja “Pesticidas e Obesidade?”) que especulava sobre a relação entre a exposição a certos poluentes persistentes, no caso a tributiltina, e ganho de peso. Um novo estudo, conduzido na respeitada Michigan State University (MSU) nos E.U.A, que acaba de ser publicado no periódico Occupational and Environmental Medicine, sugere que um pesticida de uso comum nos anos 70 possa ter uma parcela de responsabilidade na atual epidemia de obesidade em mulheres. Os autores recrutaram e avaliaram a quantidade de DDE em mães que comiam peixe contaminado do Lago Michigan no início do anos 70. O DDE (diclorodifenil-dicloroetileno) é o principal subproduto do DDT. O peso e o Índice de Massa Corporal (IMC) de suas filhas foram então avaliados na idade adulta e comparados com o grau de contaminação das mães. As mulheres nascidas de mães que apresentaram nível médio de contaminação ganharam em média 5 quilos na idade adulta em relação as com baixo nível de DDE. Com os níveis mais elevados de contaminação, o ganho de peso médio atingiu 9 quilos.
Embora o DDT tenha sido banido em 1973, após décadas de uso, seus subprodutos ainda são encontrados na vida marinha e em peixes gordos. Atualmente, o DDE é detectável em praticamente todos os adultos e na maioria dos recém-nascidos de vários países.
Segundo a Dra. Janet Osuch, professora de Cirurgia e Epidemiologia da Faculdade de Medicina Humana da MSU, a exposição pré-natal a toxinas está sendo cada vez mais investigada como uma causa em potencial do aumento da epidemia de obesidade observada mundialmente.
Estudos como esse nos levam a refletir sobre o papel dos disruptores endocrinológicos no mundo moderno e também servem como mais uma ferramenta de educação da importância do cultivo orgânico. É muito importante também não esquecer que um estilo de vida saudável, incluindo alimentação e atividade física bem orientadas , ainda é o carro-chefe na prevenção e até mesmo no tratamento de certas doenças e condições, incluindo a obesidade.

1 Maternal levels of dichlorodiphenyl-dichloroethylene (DDE) may increase weight and body mass index in adult female offspring
W Karmaus, J R Osuch, I Eneli, L M Mudd, J Zhang, D Mikucki, P Haan, S Davis, Occupational and Environmental Medicine 2009;66:143-149

2. Transgenerational inheritance of environmental obesogens
Miquel Porta, Duk-Hee Lee, Elisa Puigdomènech, Occupational and Environmental Medicine 2009;66:141-142

3. Jason Cody , University Relations - Michigan State University

divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
AGRICULTURA ORGÂNICA:  ALIMENTOS MAIS NUTRITIVOS E SOLOS MAIS RICOS, CONFIRMAM CIENTISTAS.

AGRICULTURA ORGÂNICA: ALIMENTOS MAIS NUTRITIVOS E SOLOS MAIS RICOS, CONFIRMAM CIENTISTAS.

São as conclusões do Simpósio “Living Soil, Food Quality and the Future of Food”, apresentado durante o encontro anual da American Association for the Advancement of Science – AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência) realizado em Chicago em Fevereiro de 2009. Fundada em 1848, A AAAS é a maior sociedade científica do mundo e publica o famoso periódico Science, a revista científica mais lida no mundo, atingindo 10 milhões de leitores.. Pesquisadores da Washington State University, da University of California-Davis e do The Land Institute, baseados em estudos realizados durante os últimos 10 anos , incluindo também outros centros de pesquisa, concluíram e publicaram que:

1. Estudos da produção de maçãs demonstram que solos de cultivo orgânico apresentam melhor saúde documentada pela maior diversidade biológica, maior quantidade de matéria orgânica e melhores propriedades físicas e químicas. A melhora da qualidade do solo dos sistemas de produção de maçãs orgânicas pode levar a ganhos na qualidade nutricional, sabor e no armazanamento das frutas.

2. Tomates de cultivo orgânico apresentam níveis significativamente mais elevados de sólidos solúveis e de moléculas naturais chamadas de metabólitos secundários, incluindo os flavonóides, licopeno e vitamina C.

3. A agricultura orgânica, em determinadas circunstâncias, pode retardar o início do “efeito de diluição” . Em centenas de estudos, cientistas demonstraram que níveis cada vez mais elevados de fertilizantes impactam negativamente a densidade de certos nutrientes dos alimentos cultivados, daí o nome de “efeito de diluição” (dos nutrientes). Mais especificamente, tomates que utilizam fertilizantes orgânicos mantém concentrações constantes de benéficos antioxidantes e de metabólitos secundários fenólicos , mesmo com a aumento do tamanho da fruta, enquanto que as concentrações desses mesmos compostos benéficos diminuem com o aumento do tamanho da fruta quando o mesmo cultivar de tomate é submetido a fertilizantes e métodos convencionais.

4. Estudos de 27 cultivares de espinafre orgânico demonstram níveis significativamente mais elevados de flavonóides e de vitamina C e níveis mais reduzidos de nitratos. Os nitratos nos alimentos são considerados prejudiciais à saúde humana pois formam compostos carcinogênicos (nitrosaminas) no trato gastrointestinal e podem converter a hemoglobina a uma forma incapaz de transportar oxigênio no sangue.

5. Os níveis de metobólitos secundários das plantas parecem ser determinados pelas formas de adição de nitrogênio ao sitema de cultivo, bem como pelo modo que as comunidades biológicas de organismos do solo processam o nitrogênio. Comparado ao cultivo típico de plantações convencionais, o ciclo do nitrogênio em cultivos orgânicos atinge processos biológicos e interações solo-planta substancialmente mais complexos. Por esse motivo, o cultivo orgânico oferece grande potencial na produção mais consistente de alimentos enriquecidos de nutrientes.

6. Os métodos de fertilização do solo orgânico, que não utilizam formas de nutrientes que já são prontos para fácil absorção pelas plantas, melhoram os padrões de expressão genética da planta, proporcionando uma assimilação mais eficiente de nitrogênio e carbono em tomates. Esse ganho na eficiência da captação de nutrientes deixa as plantas com mais energia para produzir metabólitos secundários benéficos, compostos que promovem saúde em plantas e humanos.
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
NUTRIÇÃO E PELE - BENEFÍCIOS DOS CHÁS.

NUTRIÇÃO E PELE - BENEFÍCIOS DOS CHÁS.

Quando pensamos em beleza e em uma pele mais bonita, geralmente imaginamos cremes, aparelhos e procedimentos sofisticados e de última tecnologia. Os resultados são convincentes e rápidos. Podemos também imaginar que resultados ainda melhores serão obtidos em peles mais saudáveis, da mesma forma que uma ótima semente também depende de um solo saudável, bem nutrido. Dentro desse conceito surgiu, no início da década, o termo “Inside Beauty” (beleza interior), referindo-se alimentos e nutrientes com a capacidade de prevenir ou atenuar o envelhecimento cutâneo e conferir mais vida e beleza a pele. O termo mais utilizado atualmente é o “Beauty from Within” , ou seja, beleza de dentro para fora.
Um produto de destaque nessa abordagem de nutrir a pele é o chá verde devido a sua riqueza em polifenóis (principalmento galato de epigalocatequina) , substâncias antioxidantes. Dezenas de estudos comprovam os efeitos protetores do chá verde sobre a pele. Os mais recentes, publicados em Janeiro e Fevereiro/2009 mantém a tendência de resultados benéficos em animais e modelos experimentais em laboratórios.
A pele é altamente susceptível ao estresse oxidativo provocado pela radiação UV e poluição, além de ser exposta a substâncias químicas presentes em certos produtos cosméticos, de limpeza, etc. Esse processo oxidativo provoca a ativação de metaloproteinases, substâncias que promovem a degradação do colágeno, envelhecendo a pele. Embora a pele possua um sistema de defesa antioxidante elaborado para lidar com estresse oxidativo induzido por radiação UV, a exposição excessiva supera a capacidade antioxidante cutânea levando ao dano oxidativo, imunossupressão, envelhecimento prematuro e finalmente câncer de pele. Os antioxidantes que atuam no sentido de proteger a pele são utilizados e precisam ser repostos continuamente. Portanto , uma boa alimentação , rica em antioxidantes, pode ser mais uma aliada nos cuidados com a beleza da pele, proporcionando ainda outros benefícios para a saúde. O chá verde deve ser um dos componentes principais dessa nova abordagem, a “Beauty from Within”.
Fontes:
1. Protective effect of green tea polyphenols against ultraviolet B-induced damage to HaCaT cells. Wu LY, Zheng XQ, Lu JL, Liang YR. Hum Cell. 2009 Feb;22(1):18-24
2. Effects of oral epigallocatechin gallate supplementation on the Minimal Erythema Dose and UV induced skin damage. Jeon HY, Kim JK, Kim WG, Lee SJ. Skin Pharmacol Physiol. 2009 Feb 12;22(3):137-141.
3. Green tea extract reduces induction of p53 and apoptosis in UVB-irradiated human skin independent of transcriptional controls. Mnich CD, Hoek KS, Virkki LV, Farkas A, Dudli C, Laine E, Urosevic M, Dummer R. Exp Dermatol. 2009 Jan;18(1):69-77.
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
MAIS UM MOTIVO PARA CONSUMIR ORGÂNICOS: AS FITOALEXINAS

MAIS UM MOTIVO PARA CONSUMIR ORGÂNICOS: AS FITOALEXINAS

As fitolexinas são substâncias químicas de defesa produzidas pelas plantas em resposta a diversas formas de estresse, incluindo radiação, ataque de microorganismos, etc. Embora as fitolaexinas de mais de 30 famílias diferentes de plantas tenham sido isoladas, desde que Müller propôs esse termo pela primeira vez em 1940, essas substâncias foram amplamente ignoradas como componentes da nutrição humana. É o que afirmam pesquisadores do USDA (Ministério da Agricultura dos E.U.A) em artigo publicado recentemente na versão online do respeitado periódico científico Journal of Agricultural and Food Chemistry. Os autores sugerem a criação de uma nova área de pesquisa em Alimentação Funcional chamada de “Alimentos Enriquecidos com Rolex replica Fitoalexinas”, substâncias que apresentam benefícios para a saúde humana e não apenas as já conhecidas propriedades de proteção de plantas. Esses compostos podem apresentar ações anti-inflamatórias e anti-oxidantes, entre outras.
Uma fitoalexina mais conhecida, graças ao consumo do vinho tinto, é o resveratrol, agente anti-oxidante tido luxury replica watches como um dos responsáveis pela capacidade do vinho tinto em prevenir doença cardiovascular.
Um dos métodos para produzir alimentos mais ricos em fitoalexinas é a agricultura orgânica. Segundo os autores: “é tentador especular que, com a agricultura moderna, nós estamos limitando, pelo menos de alguma forma, a produção de compostos promotores de saúde em nossas dietas, que poderiam estar presentes em níveis mais elevados em alimentos de cultivo orgânico ou em alimentos produzidos antes das técnicas de controle de pragas da agricultura moderna”.

Fonte: Source: Journal of Mulberry bags sale Agricultural and Food Chemistry
“Phytoalexin-Enriched Functional Foods”
Published online ahead of print, ASAP Article, doi: 10.1021/jf8040403
Authors: S.M. Boue, T.E. Cleveland, C. Carter-Wientjes, B.Y. Shih, D. Bhatnagar, J.M. McLachlan, M.E. Burow

Abstract : http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/jf8040403?prevSearch=phytoalexins&searchHistoryKey=
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
ADITIVOS ALIMENTARES E HIPERATIVIDADE INFANTIL (ADHD)

ADITIVOS ALIMENTARES E HIPERATIVIDADE INFANTIL (ADHD)

O número de crianças diagnosticadas com o chamado Distúrbio Deficitário de Atenção com Hiperatividade, conhecido popularmente como “Hiperatividade”, vem aumentando bastante e já é palavra comum no meio escolar. A Food Standards Agency, órgão do Governo Inglês criado para proteger a saúde do consumidor em relação aos alimentos, recebeu apoio do parlamento para promover a retirada voluntária de seis corantes dos alimentos industrializados até o final de 2009. Esta ação foi substanciada por um estudo conduzido na Universidade de Southampton e publicado em Setembro de 2007 no prestigioso periódico médico “The Lancet”, um dos mais respeitados no mundo. Outros estudos já sugeriam que certos aditivos alimentares poderiam ter relação com o comportamento infantil. Membros do Parlamento da União Européia (MEPs) também já haviam votado a favor da inclusão da frase “May have an adverse effect on activity and attention in children” (pode ter um efeito adverso nos níveis de atividade e atenção em crianças) em produtos que contenham algum dos 6 corantes descritos no estudo. São eles: Sunset Yellow FCF (E110), Quinoline Yellow (E104), Carmoisine (E122), Allura Red (E129), Tartrazine (E102) and Ponceau 4R (E124). O estudo de Southhampton também incluiu um outro aditivo polêmico de uso frequente: o benzoato de sódio, um conservante.
Embora esses estudos encontrem resistência por parte da indústria, que critica os métodos utilizados, devemos estar alertas e optar por versões mais naturais e orgânicas sempre que possível.
A Yummy Earth é uma empresa já presente em 26 países e oferece balas e pirulitos isentos de sabores e cores artificiais. Além de deliciosos e sucesso entre as estrelas de Holywwod, são orgânicos, Kosher, 100% veganos, não contêm xarope de milho e não contêm ingredientes geneticamente modificados.

Links:
Depoimento da atriz Cynthia Nixon de Sex in the City – “I have an organic candy that I love: it’s called Yummy Earth. I’d just probably go out and buy that. I could never make anything so delicious and so organic.” “ Eu tenho uma bala orgânica que eu amo: chama-se Yummy Earth. Eu provavelmente sairia para comprar. Eu nunca conseguiria fazer alguma coisa tão deliciosa e tão orgânica” ASSISTA AQUI


Site coordenado pela The Food Comission, organização sem fins lucrativos, que faz campanha para alimentos mais saudáveis para a Inglaterra. www.actiononadditives.com

Profissionais de saúde:
1.Íntegra do estudo do Lancet Estudo do LANCET

2.Outro estudo , publicado na Toxicological Sciences
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
Pesticidas e obesidade ?

Pesticidas e obesidade ?

Isso mesmo ! É o que especulam cientistas do Instituto Nacional de Ciências Naturais e da Universidade de Estudos Avançados em Okazaki, no Japão, em recente estudo publicado na Bioscience, revista científica oficial do American Institute of Biological Sciences . Os pesquisadores sugerem, de forma provocante e plausível, que o aumento da obesidade nos humanos nos últimos 40 anos ocorre em paralelo com o aumento na utilização de substâncias químicas industriais no mesmo período.
Os autores avaliaram a ação da tributiltina sobre células sensitivas. A tributiltina é um poluente persistente utilizado em tintas, madeiras, têxteis e até como pesticida, além de outras aplicações, e que bioacumula em peixes e moluscos. É altamente tóxica para lesmas, causando desenvolvimento de características sexuais masculinas em fêmeas. Seus efeitos tóxicos sobre o fígado, sistema imunológico e sistema nervoso de mamíferos, são bem conhecidos, porém seus potentes efeitos sobre estruturas celulares conhecidas como receptores retinóides X (RXRs), são uma descoberta recente. Quando ativados, esses receptores migram para o núcleo das células onde atuam sobre genes que estimulam o crescimento de adipócitos (células de gordura) e regulam o metabolismo. Os autores descrevem como os RXRs e outros receptores são fortemente ativados pela tributiltina e produtos químicos semelhantes. A tributiltina também causa acúmulo de tecido gorduroso em camundongos expostos à sua ação durante a gestação.
Esses chamados “disruptores endocrinológicos”, ou seja, substâncias químicas sintéticas com potencial para mimetizar alguns de nossos hormônios, têm sido objeto de estudos recentemente e devemos estar alertas quanto às suas consequências para a vida animal.

Para profissionais de saúde:

Link p/ o artigo original.
www.aibs.org/bioscience-pressreleases/resources/Iguchi.pdf

2. Link p/ documento da Comissão Européia sobre “Endocrine Disruptors”.
http://ec.europa.eu/environment/endocrine/documents/sec_2007_1635_en.pdf
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
ANTIOXIDANTES DO CHÁ VERDE:  PROPRIEDADES ANTI-INFLAMATÓRIAS?

ANTIOXIDANTES DO CHÁ VERDE: PROPRIEDADES ANTI-INFLAMATÓRIAS?

A Artrite Reumatóide é uma doença que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. É caracterizada por dores, inchaço, inflamação e até mesmo destruição das articulações acometidas. Cientistas da Universidade de Maryland e da Universidade de Rutgers, em conjunto com o Centro Nacional de Medicina Alternativa e Complementar do Ministério da Saúde dos E.U.A (NCCAM- NIH), investigaram os efeitos dos polifenóis (antioxidantes) do chá verde sobre um modelo experimental de artrite reumatóide induzida em ratos. O chá verde é a bebida mais consumida no mundo após a água e seus polifenóis possuem propriedades anti-inflamatórias. Os autores do estudo, publicado na edição de Novembro / 2008 da revista científica The Journal of Nutrition, observaram que os antioxidantes do chá verde reduziram significativamente a gravidade da artrite e sugerem uma melhor avaliação do chá verde como um agente dietético a ser utilizado em conjunto com as drogas anti-inflamatórias usualmente empregadas no tratamento dessa doença.
Em 1930, os cientistas húngaros Rusznyak and Szent-Györgi identificaram uma substância da casca do limão que reduzia a permeabilidade capilar e que era eficaz no tratamento de um distúrbio da coagulação em pacientes que não respondiam ao uso da vitamina C. Eles chamaram essa substância de Vitamina P (de permeabilidade). Posteriormente, foi verificado que essa “vitamina” não era uma substância única e que consistia de uma mistura de dois flavonóides, perdendo então seu “status” de vitamina. Flavonóides são pigmentos de plantas solúveis em água que pertencem a um grupo maior chamado de polifenóis. Os polifenóis ocorrem em todas as plantas e podem contribuir para os efeitos benéficos das frutas e vegetais. Há vários estudos que observam uma relação entre dietas mais ricas em polifenóis e redução de doenças cardiovasculares, câncer e outras doenças crônicas. Os polifenóis são antioxidantes bem presentes na Dieta do Mediterrâneo, principalmente nas frutas e vegetais, e incluem milhares de substâncias. Os flavonóides são os principais polifenóis dessa dieta e totalizam mais de 6.000 substâncias divididas em subgrupos como flavanóis, flavonóis, antocianinas e outros.
O chá verde é responsável por boa parte da ingestão total de flavonóides em outras culturas. As catequinas são os principais antioxidantes do chá verde e representam 90% dos seus flavonóides. A contribuição dos polifenóis para a capacidade antioxidante da nossa dieta é muito superior à das vitaminas, e sua ingestão total diária pode chegar a 1000mg, contra 100mg da combinação de Vit.C, Vit.E e caroteno. As catequinas do chá verde possuem atividade antioxidante 100 vezes maior do que a Vit.C e 25 vezes maior do que a Vit.E. Muita atenção é dada atualmente a alguns flavonóides do chá verde. A maioria dos estudos científicos sugere que o consumo regular desses antioxidantes do chá possam proteger contra doenças cardíacas.
Enquanto cabe aos cientistas o trabalho de caracterizar melhor todos os efeitos positivos da ingestão do chá, nós temos a função mais gratificante de saborear e desfrutar das qualidades dessa bebida milenar. É sempre bom lembrar que nem todo chá verde é igual. Níveis elevados de pesticidas já foram detectados em vários chás, principlamente os provenientes da China. A União Européia, em 2001, adotou níveis mais rigorosos quanto à quantidade de pesticidas permitida nos chás, causando dificuldades para as exportações de chá pela China. Portanto, as versões orgânicas devem ser as preferidas.

1. Kim HR, Rajaiah R, Wu QL, et al. Green tea protects rats against autoimmune arthritis by modulating disease-related immune events. The Journal of Nutrition. Nov. 2008:138(11):2111–2116.
2. Grassi D , Aggio A, Onori R et al. Tea, Flavonoids, and Nitric Oxide-Mediated Vascular Reactivity. The Journal of Nutrition. Jun. 2008: 138: 1554S-1560S.
divisão
Compartilhe: (o que é isso?)

Estes links permitem que você organize, guarde, recomende ou compartilhe as notícias que mais gosta do Dr.Orgânico com outras pessoas. São serviços gratuitos, independentes do Dr.Orgânico, mas exigem que você se cadastre para usá-los.

divisão
A Prevenção é a melhor cura!
SE